CineQuiz
Escena de Napoleón
Cartel de Napoleón

Napoleón (2002)

1 temporada 4 episodios 90 min Action & Adventure, Drama y War & Politics

Sinopsis

Napoleon Bonaparte, preso por los británicos en la isla de Santa Elena, narra su historia a la pequeña Betsy. Desde su meteórica ascensión dentro del ejército francés gracias a sus campañas en Italia y Egipto hasta sus amores con Josefina y sus victorias en los campos de batalla europeos. Hechos que le convierten en el hombre más poderoso del Viejo continente. Pero su ambición le lleva a intentar conquistar Rusia, el principio del fin de su hegemonía.

Temporadas

Reparto

Producción

Ficha técnica

Etiquetas

Preguntas sobre la serie Napoleón

¿De qué trata Napoleón?

Napoleón: Napoleon Bonaparte, preso por los británicos en la isla de Santa Elena, narra su historia a la pequeña Betsy. Desde su meteórica ascensión dentro del ejército francés gracias a sus campañas en Italia y Egipto hasta sus amores con Josefina y sus victorias en los campos de batalla europeos. Hechos que le convierten en e…

¿Cuántas temporadas tiene Napoleón?

Napoleón tiene 1 temporada, con 4 episodios en total.

¿Napoleón sigue en emisión?

Napoleón ya terminó en 2002.

¿Cuánto dura cada episodio de Napoleón?

Cada episodio de Napoleón dura unos 90 minutos.

¿Quién actúa en Napoleón?

En el reparto de Napoleón están Christian Clavier, Isabella Rossellini, John Malkovich, Gérard Depardieu y Heino Ferch.

Series parecidas

Series

Críticas del público

Críticas de los lectores

Todavía no hay críticas. Sé la primera persona en escribir una.

De la prensa y de TMDb

  • por Filipe Manuel Neto 8,0

    Um excelente trabalho de televisão.

    Apesar de eu ser historiador, o período napoleónico não é propriamente a minha especialidade. Mesmo assim, consegui apreciar muito esta mini-série, de cerca de seis horas e meia, dividida em quatro filmes de uma hora e meia cada. E um dos pontos que mais me chamou a atenção e destaco é o esforço da produção, que junta vários países, mas é liderada pela França, para fazer uma obra historicamente precisa, ainda que corresponda à perspectiva francesa da vida dele.

    Napoleão Bonaparte é uma das grandes personalidades históricas sem as quais é difícil conceber o curso da história mundial. Um comandante militar genial, com ideias e tácticas ainda hoje alvo de estudo nas academias militares, soube aproveitar o seu prestígio entre os soldados para impor à França republicana uma quase estratocracia, e imprimiu solidez e estabilidade a um país cansado de reviralhos políticos. Porém, décadas de guerras levaram os franceses ao desespero, e a Europa a uma coligação unânime contra ele. Apesar de não ter chegado a governar sequer por vinte anos e de as suas conquistas terem sido rapidamente anuladas com a sua destituição, conseguiu colocar toda a Europa em xeque.

    Christian Clavier parece-me uma opção sensata para o papel principal, dado que se assemelha razoavelmente ao imperador. Ele também é um actor capaz, imprimindo à sua personagem uma certa rudeza de soldado, áspera e deselegante. Isabella Rossellini foi excelente como Josefina e Gerard Depardieu pareceu-me agradavelmente hipócrita no papel de um dos ministros do novo imperador. John Malkovitch também dá vida a uma importante figura política francesa, a qual irá passar por vários governos e adaptar-se como um camaleão. O actor conseguiu dar-lhe essa adaptabilidade e hipocrisia latente. Muito menos interessante foi Claudio Amendola, que tirou toda a personalidade a Murat para o transformar num mero seguidor cego de Napoleão.

    Muito importantes neste filme, os figurinos e os cenários são parte indissociável da beleza visual e do rigor histórico da produção. Houve uma boa equipa de historiadores a trabalhar aqui, e os detalhes foram tidos em conta até ao pormenor. A selecção dos locais de filmagem, numa série de palácios históricos franceses e outros locais imponentes, foi criteriosa e inteligente. Todo o trabalho de filmagem e fotografia, apesar de não ser brilhante, cumpre bem com o seu papel e faz o que tem de fazer. A edição parece-me boa. As cenas de batalha são realmente muito bem encenadas, apesar de serem poucas e pouco relevantes… pelo menos se tivermos em conta os inúmeros combates que Napoleão viveu, pessoalmente. A banda sonora, em meio a tudo isto, é o aspecto que mais tenho a criticar, oscilando entre o irritantemente pomposo e o insosso.

Curiosidades

Ficha actualizada el 17/09/2026.