
Doces Poderes (1997)
Doces Poderes (1997), de Lúcia Murat, com Marisa Orth e Antônio Fagundes.
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Sinopse
Uma jornalista assume a chefia da sucursal da principal rede de TV do Brasil no momento das eleições locais. Agora ela deve enfrentar questões ideológicas e éticas, trazidas de volta por um ex-namorado de esquerda e seus próprios colegas. Ao mesmo tempo, um espião freelancer é enviado por uma figura obscura na política para manipular as eleições e sua cobertura da mídia.
- Antonio Luiz MendesFotografia
- Lúcia MuratDireção, Produção, Roteiro
- Cezar MigliorinMontagem
- Vera FreireMontagem
Sobre o filme
Doces Poderes é um filme de comédia dramática brasileiro de 1996 dirigido e escrito por Lúcia Murat. O filme conta a história de uma jornalista que se muda para Brasília e se encontra em conflitos éticos de sua profissão. É protagonizado por Marisa Orth e Antônio Fagundes, com participações de José de Abreu, Otávio Augusto, Cláudia Lira e Tuca Andrada.
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Doces Poderes é um filme de comédia dramática brasileiro de 1996 dirigido e escrito por Lúcia Murat. O filme conta a história de uma jornalista que se muda para Brasília e se encontra em conflitos éticos de sua profissão. É protagonizado por Marisa Orth e Antônio Fagundes, com participações de José de Abreu, Otávio Augusto, Cláudia Lira e Tuca Andrada.
Sinopse
Em ano eleitoral, jornalista íntegra chega a Brasília para dirigir a sucursal de uma importante emissora de tevê. No exercício da tarefa, sofre toda sorte de pressões e tentações.
Elenco
Marisa Orth... Bia Campos Jordão
Antônio Fagundes... Chico Silva
José de Abreu... deputado Ronaldo Cavalcanti
Otávio Augusto... deputado Léo Miranda
Cláudia Lira... Tatiana Lins
Tuca Andrada... Alex
Sérgio Mamberti... Bob
Catarina Abdala... jornalista de Pernambuco
Cristina Aché... jornalista do Paraná
Paulo Adario... jornalista
Elias Andreato... jornalista do Paraná
Vicente Barcellos... Guilherme
Solange Bastos... apresentadora
Victor Biglione... ele mesmo
Jonas Bloch... Paulo Beckman
Mônica Botkay... fotógrafa
Chico Díaz... jornalista de Rondônia
Gaspar Filho... puxa-saco
Murilo Grossi... amigo de Chico
Luiz Guilherme ...Chefe de informática
Amir Haddad... Dr. José Amâncio
Vicente Janotti... candidato da oposição
Flávia Lins... entrevistadora
Néio Lúcio... dono do partido
Gê Martu... ministro
Cristina Melo... mulher de Chico
Luís Melo... Araponga
Carmem Moretzsohn... repórter da televisão
Julia Murat... filha de Beckman
Stepan Nercessian... candidato por Rondônia
Guida Oliveira... Sra. Beckman
Marcos Pecci... jornalista
Rodrigo Penna... videoeditor
Luís Antônio Pilar... Luisinho Vargas
Zezé Polessa... jornalista de Brasília
Paulo Rovira... amigo de Léo
Bárbara... filha de Beckman
Daniel Minc... filho de Beckman
Produção
O filme é o segundo longa-metragem dirigido por Lúcia Murat, sendo o primeiro Que Bom te Ver Viva. A ideia do filme surgiu após Murat voltar ao Brasil depois de um tempo vivendo fora do país e se chocar com o fato de seus amigos jornalistas fazendo campanhas para candidatos variados e inusitados em todo o Brasil em época de eleição. A diretora explicou o fato em entrevista à Folha de S.Paulo:
"Nesse momento pensei em fazer um filme que mostrasse como essa crise, que ao mesmo tempo tem esse aspecto universal que é a quebra da utopia e da perda de perspectiva, se dava num país chamado Brasil."
Lúcia Murat começou a produção entrevistando amigos próximos que trabalharam durante a campanha política no início dos anos 1990 para ter uma resposta da situação dos jornalistas.
O filme foi produzido inteiramente com um orçamento de apenas R$ 500 mil. O elenco de atores que compõem o filme trabalhou gratuitamente. As gravações ocorreram em Brasília.
Lançamento
O filme teve estreia mundial sendo exibido no Festival de Cinema de Sundance em janeiro de 1997. Em seguida, percorreu diversos festival por todo o mundo, como o Festival de Berlim (na mostra Fórum); Washington International Film Festival e Chicago Latino Film Festival, nos Estados Unidos; Festival de Mar del Plata, na Argentina; Festival de Havana em Cuba, entre outros.
Recepção
Critica dos especialistas e objeto de estudo
Em sua exibição no Festival de Sundance, o filme foi recebido com opiniões mistas por parte dos críticos e do público. Segundo a diretora, Lúcia Murat, a reação dos espectadores norte-americanos foi diferentes da dos brasileiros. Ela conta que eles deram risadas em momentos completamente diferentes do que se esperava.
O periódico Dar Tagesspiegel, da Alemanha, definiu o filme como: "Uma brilhante análise das relações entre poder, sexo e política no Brasil" A Variety elogiou a direção de Lúcia Murat a definindo como "criativa". A crítica da revista IstoÉ classificou o filme como "oportuno e competente".
Filipe Lacerda, em sua crítica ao site Vórtex Cultural, escreveu: "A mensagem que é passada pela maioria dos personagens é de que os tempos ideológicos mudaram, e que é preciso sujar as mãos, algo que desperta Bia, que ainda acredita que conseguirá mudar a realidade pondo a mão na massa. Ela acredita que não se contaminará."
Doces Poderes tornou-se um marco do cinema brasileiro dos anos 1990 e foi objeto de análise e estudo em diversos artigos publicados, sobretudo, na área de jornalismo. Lisandro Magalhães Nogueira, por exemplo, escreveu em seu artigo como o filme representa a perda da função primária de informação do jornalismo quando este se associa ao marketing político.
Prêmios e indicações
Ver também
Lista de filmes sobre jornalismo
Referências
Ligações externas
Página oficial do filme no sítio da produtora Taiga
Doces poderes no Adorocinema brasileiro
Cartaz
Texto de Doces Poderes na Wikipédia, sob licença CC BY-SA 4.0. https://pt.wikipedia.org/wiki/Doces_Poderes
Curiosidades
- Estreou em 17 de novembro de 1997, numa segunda-feira.
- Dura 1h42 — a medida de um longa comum.
- Em 21 de setembro de 2026, dá para assistir no Brasil por assinatura em Reserva Imovision, Reserva Imovision Amazon Channel.
- O quiz deste filme tem 11 perguntas — dá para jogar mais de uma vez sem repetir.
Produção
- PaísesBrasil
- Idiomasportuguês
- SituaçãoReleased
Mais sobre o filme
Onde foi filmado
- Distrito Federal
Onde assistir
Elenco
-
Marisa Orth
Bia -
Antônio Fagundes
Chico Silva -
Otávio Augusto
Léo Miranda -
Tuca Andrada
Alex -
Sérgio Mamberti
Bob -
José de Abreu
Ronaldo Cavalcanti -
Cláudia Lira
Tatiana Lins - Vicente Barcellos Guilherme
-
Zezé Polessa
Jornalista de Brasília - Rodrigo Penna Jornalista de Brasília
- Amir Haddad Candidato de Pernambuco
-
Catarina Abdala
Jornalista de Pernambuco -
Chico Díaz
Jornalista de Rondônia -
Stepan Nercessian
Candidato de Rondônia -
Cristina Aché
Jornalista do Paraná -
Elias Andreato
Jornalista do Paraná -
Jonas Bloch
Candidato do Paraná -
Luís Melo
Araponga -
Gê Martú
Ministro -
Luiz Antonio Pilar
Luizinho
Quiz deste filme
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Ficha técnica
- Antonio Luiz Mendes Fotografia
- Lúcia Murat Direção
- Cezar Migliorin Montagem
- Vera Freire Montagem
- Lúcia Murat Produção
- Lúcia Murat Roteiro
Perguntas sobre o filme
Do que se trata Doces Poderes?
Doces Poderes: Uma jornalista assume a chefia da sucursal da principal rede de TV do Brasil no momento das eleições locais. Agora ela deve enfrentar questões ideológicas e éticas, trazidas de volta por um ex-namorado de esquerda e seus próprios colegas. Ao mesmo tempo, um espião freelancer é enviado por uma figura obscura na polític…
Quem dirigiu Doces Poderes?
Doces Poderes foi dirigido por Lúcia Murat em 1997.
Quem está no elenco de Doces Poderes?
No elenco de Doces Poderes estão Marisa Orth, Antônio Fagundes, Otávio Augusto, Tuca Andrada e Sérgio Mamberti.
Quanto tempo dura Doces Poderes?
Doces Poderes dura 102 minutos, ou 1h42.
Onde assistir Doces Poderes no Brasil?
No Brasil, Doces Poderes está disponível em Reserva Imovision e Reserva Imovision Amazon Channel. A oferta muda com frequência: a lista da página é a mais recente que recebemos.
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Ficha atualizada em 15/09/2026.
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