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Yorimatã (2016)

Yorimatã (2016), de Rafael Saar, com Luhli e Lucina.

10 07/04/2016 BR Documentário e Música 1h 56m

Luhli e Lucina se unem pelo sonho libertário, na vida comunitária e experimentação musical.

Sinopse

Duas mulheres em meio ao movimento hippie dos anos 70 se unem pelo sonho de liberdade. Luhli e Lucina vivem em seu cotidiano criativo de uma comunidade alternativa a experimentação musical radical e se tornam pioneiras no cenário independente brasileiro. Com cerca de 800 composições, do violão aos tambores artesanais que constroem e tocam, dizem não às gravadoras e mergulham na umbanda e na criação artística. Seu companheiro de um relacionamento em trisal, o fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca, registra tudo em filmes super 8mm que, unidos a registros de shows por artistas independentes; e as filmagens atuais, recriam seu universo espírito-musical, num filme sobre a liberdade e a busca das raízes primitivas culturais brasileiras. No elenco: Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Zélia Duncan e outros nomes da história da música popular brasileira.

  • Rafael SaarDireção, Montagem, Roteiro
  • Daniela SantosProdução
  • Eduardo AdesProdução
  • Eduardo CantarinoProdução

Sobre o filme

Yorimatã é um filme documentário biográfico longa-metragem (116 minutos) sobre a dupla Luhli e Lucina dirigido por Rafael Saar.

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Yorimatã é um filme documentário biográfico longa-metragem (116 minutos) sobre a dupla Luhli e Lucina dirigido por Rafael Saar.

Sinopse

Luhli e Lucina são parte fundamental na História da Música Brasileira. Pioneiras no lançamento de discos de forma independente no país, as cantoras, compositoras e multiinstrumentistas fizeram mais de 800 composições – a maioria ainda inédita. Entre seus intérpretes estão artistas como Nana Caymmi, Tetê Espíndola, Zélia Duncan e especialmente Ney Matogrosso, que entre muitas outras canções da dupla gravou “Bandoleiro” e “O Vira”.

Assim como Antônio Adolfo – o primeiro artista independente brasileiro – Luhli e Lucina produziram, gravaram e distribuíram seu primeiro disco “Luli e Lucinha” em 1979. Seguiram com “Amor de Mulher – Yorimatã”; “Timbres Temperos”; “Porque sim porque não”, que as leva para uma turnê na Europa; “Elis e Elas”, de releituras em homenagem a Elis Regina; e um disco comemorativo de 25 anos de carreira.

A trajetória dessas mulheres é tão singular quanto sua música. Elas não foram uma dupla musical apenas, formaram juntas também uma família ao lado do fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca. Surge ali uma união em uma vida alternativa em comunidade, intensa e criativa, permitindo uma pesquisa musical de raízes e das forças da natureza, com repertório eclético, folk e brasileiro, e com o estudo da música de umbanda. A opção pela liberdade resultou em um amor maduro, extremo, em intensidade e risco, transmutado em música.O filme lança o olhar não só para duas personagens importantíssimas da História da Música Brasileira, mas para duas pessoas incríveis, suas singularidades, seu cotidiano, sua constante atividade musical, artística, a forte espiritualidade, suas vidas.

Yorimatã é o primeiro longa‐metragem dirigido por Rafael Saar e é uma co-produção Imagem-Tempo, Dilúvio, Tela Brasilis e Canal Brasil, com patrocíncio da Riofilme. Reune além de filmagens atuais com cenas, shows e depoimentos das artistas; encontros musicais com Ney Matogrosso, Joyce Moreno, Gilberto Gil, Tetê Espíndola, Alzira E., Zélia Duncan, Antonio Adolfo, Luiz Carlos Sá (Sá e Guarabyra), dentre outros; e o vasto material de arquivo recuperado para o projeto, que inclui filmes raros em super‐8mm como shows e momentos familiares de Luhli e Lucina, ou o curta‐metragem “A nova estrela”, de André José Adler, fotografado por Luiz Fernando Borges da Fonseca, sobre a bandaSom Imaginário, nos bastidores do primeiro encontro de Luhli e Lucina.

Com produção da Dilúvio Produções, Imagem-Tempo e Tela Brasilis, e coprodução do Canal Brasil o filme estreou na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e circulou entre 2014 e 2015 em festivais em todo o mundo como a Semana dos Realizadores no Rio de Janeiro, o Festival de Havana e o In-Edit Brasil onde foi eleito o Melhor Filme pelo Júri e pelo Voto Popular.

Prêmios

2015 - IN-EDIT Brasil – Melhor Filme - Júri

2015 - IN-EDIT Brasil – Melhor Filme - Público

2015 - Pirenópolis.doc - Prêmio Especial de Pesquisa

2015 - Prêmio Delart - CineMúsica Conservatória

2015 - Menção Honrosa - Festival Mix Brasil

2016 - Menção Honrosa - Contra el silencio todas las voces

Festivais

Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, 2014, Brasil

Semana dos Realizadores, 2014, Brasil

Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana, 2014, Cuba

Mostra do Filme Livre, 2015, Brasil

In-Edit - 7 Festival Internacional do Documentário Musical, 2015, Brasil

Rio Festival Gay de Cinema, 2015, Brasil

Pirenópolis.Doc, 2015, Brasil

CineMúsica, 2015, Brasil

Festival MIMO, 2015, Brasil

Barcelona In-Edit Beefeater Festival, 2015, Espanha

For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual, 2015, Brasil

XXX Festival del Cinema Latino Americano de Trieste, 2015, Itália

Primeiro Plano – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades, 2015, Brasil

Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, 2015, Brasil

Forumdoc.BH - Festival do Filme Documentário e Etnográfico, 2015, Brasil

MUVI Lisboa – Festival Internacional de Música no Cinema, 2015, Portugal

Close - Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual, 2015, Brasil

FestCineAmazônia, 2015, Brasil

Festival de Cine y Documental In-Edit Nescafé, 2015, Chile

34˚ Oficina de Música de Curitiba, 2016, Brasil

CinemAvvenire Film Festival, 2016, Itália

Créditos

produção executiva: Daniela Santos, Eduardo Ades

produção: Daniela Santos, Eduardo Ades, Eduardo Cantarino, Rafael Saar

direção de produção: Eduardo Cantarino

pesquisa: Adil Lepri, Rafael Saar

desenho sonoro: Thiago Sobral

som direto: Eduardo Silva

mixagem: Jesse Marmo

animações: Daniel Sake

direção de arte: Luciano Caetano

montagem: Rafael Saar

montador-assistente: Leandro Calixto

direção de fotografia e câmera: Lucas Barbi

argumento e direção: Rafael Saar

Empresas produtoras: Imagem-Tempo, Dilúvio Produções, Tela Brasilis

Co-produção: Canal Brasil

Referências

Ligações externas

Crítica - Carlos Alberto Mattos

Crítica - Papo de Cinema - Marcelo Müller

Crítica - Planeta Tela - Celso Sabadin

Texto de Yorimatã na Wikipédia, sob licença CC BY-SA 4.0. https://pt.wikipedia.org/wiki/Yorimatã

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Ficha técnica

Perguntas sobre o filme

Do que se trata Yorimatã?

Yorimatã: Duas mulheres em meio ao movimento hippie dos anos 70 se unem pelo sonho de liberdade. Luhli e Lucina vivem em seu cotidiano criativo de uma comunidade alternativa a experimentação musical radical e se tornam pioneiras no cenário independente brasileiro. Com cerca de 800 composições, do violão aos tambores artesanais …

Quem dirigiu Yorimatã?

Yorimatã foi dirigido por Rafael Saar em 2016.

Quem está no elenco de Yorimatã?

No elenco de Yorimatã estão Luhli, Lucina, Ney Matogrosso, Gilberto Gil e Joyce Moreno.

Quanto tempo dura Yorimatã?

Yorimatã dura 116 minutos, ou 1h56.

Onde assistir Yorimatã no Brasil?

No Brasil, Yorimatã está disponível em Globoplay e Doc Canal Brasil Amazon Channel. A oferta muda com frequência: a lista da página é a mais recente que recebemos.

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