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Juan Calvo

Juan Calvo é conhecido(a) por Marcelino Pão e Vinho (1955), Il conte Max (1957), The Rocket from Calabuch (1956).

Biografia

Juan Calvo foi um ator espanhol. Ele começou seu contato com o cinema em 1934, com um pequeno papel na versão sonora de "La hermana San Sulpicio", de Florián Rey. Durante parte da guerra, ele representou peças teatrais na zona nacional, mas ao final da guerra abandonou o palco para se dedicar plenamente ao cinema, cuja filmografia consiste em cerca de oitenta títulos. Em 1938, ele filmou nos estúdios alemães da Ufa, "Suspiros de España", de Benito Perojo, e no ano seguinte terminou de filmar o filme de Fernando Delgado, "El genio alegre", iniciado em 1936, que havia permanecido inacabado devido ao estopim da Guerra Civil. Após filmar "La Dolores", de Florián Rey, em 1940, passou algumas temporadas filmando entre a Espanha e a Itália, onde se destacou no filme "Conjura en Venecia", de Ladislao Vajda. Na primeira metade desta década, também se destacou em outros dois filmes deste diretor, "El testamento del Virrey" e "Cinco lobitos", assim como em "Raza" e "El escándalo", de José Luis Sáenz de Heredia; "Huella de luz", "El clavo", "Eloísa está debajo de un almendro" e "Tierra sedienta", de Rafael Gil; "Boda en el infierno" e "Los últimos de Filipinas", de Antonio Román, ou "Tuvo la culpa Adán" e "Ella, él y sus millones", de Juan de Orduña. Em 1946, ele se mudou para o México, onde filmou até 1953, embora tenha terminado de filmar "Don Quixote de la Mancha" para Rafael Gil em Madrid em 1947, destacando-se em sua interpretação de Sancho Panza.

Em sua jornada asteca, trabalhou sob as ordens de alguns diretores espanhóis que estavam no exílio, destacando-se em "Bel Ami, la historia de un canalla", de Antonio Momplet. Também vale mencionar sua atuação em "Allá en el rancho grande", de Fernando de Fuentes. Após filmar "La venenosa", "La virgen desnuda" e "El mártir del calvario" para Miguel Morayta, e, finalmente, "Educando a papá", para Fernando Soler, ele voltou a filmar na Espanha, embora nesta fase tenha parado definitivamente de alternar com o teatro. De sua atividade na tela, nesta década ele se destaca no filme de Ladislao Vajda, "Marcelino, pan y vino", no qual deu uma performance memorável no personagem Fray Papilla, pelo qual recebeu o Prêmio do Círculo de Escritores Cinematográficos em 1955, entidade que também o distinguiu no ano seguinte por seu trabalho em "Calabuch", um filme de Berlanga, que lhe deu no mesmo ano o prêmio do Sindicato Nacional del Espectáculo. Ele também filmou para Vajda, "Aventuras del barbero de Sevilla", "Tarde de toros" e "Mi tío Jacinto", e para Berlanga, "Los jueves, milagro", assim como em "Historias de la radio" e em "Diez fusiles esperan", para Sáenz de Heredia. Sua última aparição na tela foi em 1961, em "Fray Escoba", de Ramón Torrado.

Perguntas sobre Juan Calvo

Quantos filmes de Juan Calvo existem no catálogo?

O catálogo do CineQuiz tem 51 filmes com Juan Calvo, de 1940 a 1962.

Qual o filme mais bem avaliado de Juan Calvo?

O filme mais bem avaliado de Juan Calvo no catálogo é Marcelino Pão e Vinho (1955), com nota 7,4.

Qual o primeiro filme de Juan Calvo?

O primeiro filme de Juan Calvo no catálogo é Marcelino Pão e Vinho, de 1955.

Dados de pessoas: TMDb.

Conhecido(a) por

Filmografia completa

68 filmes — 51 no catálogo

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