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A Vida é Bela (1997)

A Vida é Bela (1997), de Roberto Benigni, com Roberto Benigni e Nicoletta Braschi.

12 20/12/1997 BR Comédia e Drama 1h 56m

Uma fábula inesquecível que prova que o amor, a família e a imaginação conquistam tudo.

Sinopse

Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

O que o catálogo diz sobre este filme

  • A 7ª colaboração entre Roberto Benigni e Nicoletta Braschi no catálogo
  • O mais bem avaliado dos 8 filmes de Roberto Benigni aqui, com nota 8,4
  • Rendeu 11,5 vezes o que custou
  • O 7º dos 9 filmes de Roberto Benigni no catálogo

Todas as comparações são dentro do catálogo do CineQuiz, não do cinema inteiro.

  • Tonino Delli ColliFotografia
  • Roberto BenigniDireção, Argumento, Roteiro
  • Simona PaggiMontagem
  • Elda FerriProdução

Sobre o filme

A Vida É Bela (em italiano: La vita è bella - [la ˈviːta ɛ ˈbɛlla]) é um filme italiano de 1997 do gênero comédia dramática dirigido e estrelado por Roberto Benigni, co-autor do longa juntamente com Vincenzo Cerami.

O filme se passa na Segunda Guerra Mundial onde Guido Orefice, um judeu dono de uma singela livraria judaica na Itália Fascista, é capturado e mandado para um campo de concentração na Alemanha Nazista, juntamente com seu filho, o pequeno Giosué; usando sua inteligência, espirituosidade e bom humor, Guido faz com que a criança acredite que ambos estão em um jogo, com o objetivo de protegê-lo do horror em que estão inseridos. La vita è bella foi parcialmente inspirado no livro Ho Sconfitto Hitler, de Rubino Romeo Salmonì, e por relatos verídicos vivido pelo próprio pai de Benigni, que passou dois anos em um campo de trabalho alemão durante a guerra.

Lançado em dezembro de 1997 na Itália, o longa se tornou um grande sucesso de crítica e público, apesar das críticas iniciais sobre a utilização da comédia para abordagem do enredo envolvendo os dramas da Segunda Guerra. A Vida É Bela venceu o Grand Prix do Festival de Cannes em 1998, nove Prêmios David di Donatello na Itália, incluindo o de Melhor Filme, e três Oscars nas categorias de melhor filme estrangeiro, melhor ator (pela atuação de Roberto Benigni) e melhor trilha sonora para um filme dramático durante a cerimônia de 1999.

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A Vida É Bela (em italiano: La vita è bella - [la ˈviːta ɛ ˈbɛlla]) é um filme italiano de 1997 do gênero comédia dramática dirigido e estrelado por Roberto Benigni, co-autor do longa juntamente com Vincenzo Cerami.

O filme se passa na Segunda Guerra Mundial onde Guido Orefice, um judeu dono de uma singela livraria judaica na Itália Fascista, é capturado e mandado para um campo de concentração na Alemanha Nazista, juntamente com seu filho, o pequeno Giosué; usando sua inteligência, espirituosidade e bom humor, Guido faz com que a criança acredite que ambos estão em um jogo, com o objetivo de protegê-lo do horror em que estão inseridos. La vita è bella foi parcialmente inspirado no livro Ho Sconfitto Hitler, de Rubino Romeo Salmonì, e por relatos verídicos vivido pelo próprio pai de Benigni, que passou dois anos em um campo de trabalho alemão durante a guerra.

Lançado em dezembro de 1997 na Itália, o longa se tornou um grande sucesso de crítica e público, apesar das críticas iniciais sobre a utilização da comédia para abordagem do enredo envolvendo os dramas da Segunda Guerra. A Vida É Bela venceu o Grand Prix do Festival de Cannes em 1998, nove Prêmios David di Donatello na Itália, incluindo o de Melhor Filme, e três Oscars nas categorias de melhor filme estrangeiro, melhor ator (pela atuação de Roberto Benigni) e melhor trilha sonora para um filme dramático durante a cerimônia de 1999.

Enredo

O filme se passa na Itália Fascista, a partir de 1939 até o final da Segunda Guerra Mundial em 1945, narrando a trajetória do ítalo-judeu Guido, pai do menino Giosué.

Guido tenta convencer o filho de que o encarceramento dos dois (além de Dora, sua esposa e mãe de Giosué) em um campo de concentração alemão é na verdade um jogo, em que os presos competem para marcar pontos. Na "competição", o primeiro a atingir mil pontos iria ganhar um tanque de guerra.

Elenco

Produção

O diretor Roberto Benigni, que escreveu o roteiro com Vincenzo Cerami, inspirou-se na história de Rubino Romeo Salmonì e em seu livro In the End, I Beat Hitler, que incorpora elementos de ironia e humor negro. Salmoni era um judeu italiano que foi deportado para Auschwitz, sobreviveu e se reuniu com seus pais, mas posteriormente descobriu que seus irmãos foram assassinados. Benigni afirmou que desejava retratar Salmoni como um homem que desejava viver da maneira certa; ele também se baseou na história real de seu pai Luigi Benigni, que se tornou um membro do exército italiano depois que a Itália mudou para o lado dos Aliados em 1943. Luigi Benigni passou dois anos em um campo de concentração nazista e, para evitar assustar seus filhos, contou sobre suas experiências com humor, o que lhe ajudava a lidar com a situação. Roberto Benigni explicou sua filosofia: "rir e chorar vem do mesmo ponto da alma, não? Sou um contador de histórias: o cerne da questão é alcançar a beleza, a poesia, não importa se isso é comédia ou tragédia. Eles são os mesmos se você alcançar a beleza".

Amigos e pessoas próximas de Benigni desaconselharam-lhe a realização do filme, já que ele é um comediante, e não judeu, e que o Holocausto não interessava ao público estabelecido. Por ser gentio, Benigni consultou o Centro de Documentação do Judaísmo Contemporâneo, sediado em Milão, durante toda a produção. Benigni incorporou imprecisões históricas para distinguir sua história do verdadeiro Holocausto, sobre o qual ele disse que apenas documentários mostrando sobreviventes poderiam fornecer "a verdade".

O filme foi rodado no centro histórico de Arezzo, na região da Toscana. A cena em que Guido cai da bicicleta e pousa em Dora foi rodada em frente a Badia delle Sante Flora e Lucilla.

Lançamento

O filme foi lançado em 1997 na Itália pela Cecchi Gori Group. La vita è bella foi exibido no Festival de Cinema de Cannes em maio de 1998. Nos Estados Unidos, o filme estreou em 23 de outubro de 1998 sob distribuição da Miramax Films; no Reino Unido foi lançado em 12 de fevereiro de 1999. Depois que a versão legendada em inglês se tornou um sucesso em territórios que falam esse idioma, a Miramax relançou o filme nesses países em uma versão dublada em inglês, mas teve menos sucesso que a versão com legendas. O filme chegou nos cinemas do Brasil em 5 de fevereiro de 1999 sob distribuição do Grupo Paris Filmes, sendo posteriormente lançado em DVD pela Imagem Filmes no país.[carece de fontes]?

O filme foi exibido pela TV italiana pela primeira vez em 22 de outubro de 2001 pelo canal de televisão RAI e foi assistido por dezesseis milhões de pessoas, tornando-se o filme italiano mais visto na TV do país.

Recepção

Comercial

A Vida É Bela foi comercialmente bem-sucedido, faturando US$ 48,7 milhões na Itália. Foi a maior bilheteria do cinema italiano em seu país natal até 2011, quando foi ultrapassado por Che bella giornata.

O filme arrecadou US$ 57.763.264 na América do Norte e US$ 171.600.000 em outros territórios, totalizando um faturamento mundial de US$ 229.163.264. Foi o filme de língua estrangeira de maior bilheteria nos Estados Unidos até O Tigre e o Dragão, lançado em 2000.

Resposta crítica

O filme foi aclamado pela imprensa italiana, com Benigni sendo tratado como um "herói nacional". O Papa João Paulo II, que assistiu a uma exibição privada do filme com o próprio Benigni, nomeou A Vida É Bela como um dos seus cinco filmes favoritos. O crítico cinematográfico Roger Ebert deu ao filme três estrelas e meia de cindo, afirmando: "Em Cannes, o filme ofendeu alguns críticos de esquerda com o uso do seu humor em conexão com o Holocausto. O que pode ser mais ofensivo para ambas as alas é o desvio de política em favor da engenhosidade humana simples. O filme encontra as notas certas para negociar seu assunto delicado"; Michael O'Sullivan, escrevendo para o The Washington Post, chamou o filme de "triste, engraçado e assombroso"; Janet Maslin escreveu para o The New York Times dizendo que o filme tirou "uma colossal quantidade de fidelidade sobre a guerra"; No Los Angeles Times, Kenneth Turan observou que o filme tinha "alguma oposição furiosa" em Cannes, mas disse que "o filme, de maneira inimaginável, consegue surpreender a todos"; David Rooney, da revista Variety, disse que o filme teve "resultados mistos", com "profundidade e pungência surpreendentes" no desempenho de Benigni, mas "visualmente bastante plano" pelo seu trabalho de câmera por Tonino Delli Colli.

Em 2002, o crítico da BBC Tom Dawson escreveu que "o filme supostamente pretende ser uma homenagem aos poderes da imaginação, da inocência e do amor nas circunstâncias mais angustiantes", mas "a fantasia sentimental de Benigni diminui o sofrimento das vítimas do Holocausto". Em 2006, o cineasta de comédia judaico americano Mel Brooks falou negativamente sobre o filme em uma entrevista na revista alemã Der Spiegel, dizendo que Benigni é um gentio e que ninguém da família dele morreu em campos de concentração. Em contraste, Imre Kertész, vencedor do Nobel de Literatura, argumenta que aqueles que consideram o filme uma comédia, e não uma tragédia, perderam o objetivo do filme; Kertész chama a atenção para o que ele chama de "conformismo do Holocausto" no cinema para rejeitar as tragédias retratadas em A Vida É Bela.

O site agregador de críticas Rotten Tomatoes dá ao filme uma classificação de 80% de aprovação com base em 86 críticas sob o seguinte consenso: "Encanto sincero de Benigni, quando não ultrapassando seus limites doces desnecessariamente, oferece a possibilidade de esperança em face do horror inabalável".

Prêmios e indicações

A Vida É Bela foi exibido no Festival de Cannes de 1998 e ganhou o Grand Prix, ao receber o prêmio, Roberto Benigni beijou os pés do presidente do júri, Martin Scorsese.

Durante a septuagésima primeira cerimônia do Óscar em 1999, Benigni venceu o prêmio de melhor ator por seu papel, com o filme ganhando mais dois prêmios de melhor trilha sonora para um filme dramático e melhor filme estrangeiro; o comportamento de Benigni na cerimônia foi considerado um dos momentos mais marcantes da história do Óscar pois ele pulou em cima dos assentos enquanto caminhava para o palco para aceitar seu primeiro prêmio e, ao aceitar seu segundo, disse: "Vocês cometeram um erro terrível ao me dar mais um prêmio pois eu já usei todo o meu inglês ao receber a primeira estatueta".

Trilha sonora

A trilha sonora original do filme foi composta inteiramente por Nicola Piovani, com exceção de uma peça clássica que aparece frequentemente no longa: "Barcarolle" de Jacques Offenbach. A Vida É Bela ganhou o Óscar de melhor trilha sonora para um filme de drama e foi inicado ao Gramy na categoria "melhor composição instrumental produzida para um filme, programa de televisão ou outros meios visuais", mas perdeu para A Bug's Life da Disney/Pixar.

Veja também

Lista de inscrições ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1999

Referências

Ligações externas

"A vida não é tão bela assim" - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs21039908.htm

Texto de A Vida É Bela na Wikipédia, sob licença CC BY-SA 4.0. https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Vida_É_Bela

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Curiosidades

Produção

Mais sobre o filme

Prêmios

  • Óscar de melhor ator 1999
  • Óscar de melhor filme estrangeiro 1999
  • Academy Award for Best Original Dramatic Score 1999
  • Prémio do Cinema Europeu de melhor filme 1998
  • Grand Prix 1998
  • Prémio do Cinema Europeu de melhor ator 1998
  • David di Donatello for Best Film
  • César de melhor filme estrangeiro

Indicações

  • Óscar de melhor filme 1999
  • Óscar de melhor ator 1999
  • Óscar de melhor filme estrangeiro 1999
  • Oscar de melhor edição 1999
  • Academy Award for Best Original Dramatic Score 1999
  • International Submission to the Academy Awards 1999
  • Óscar de melhor argumento original 1999
  • Prémio do Cinema Europeu de melhor filme 1998
  • Prémio do Cinema Europeu de melhor ator 1998
  • Óscar de melhor realizador
  • David di Donatello for Best Director

Onde foi filmado

  • Roma

Onde se passa

  • Arezzo

Onde assistir

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Elenco

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Ficha técnica

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Perguntas sobre o filme

Do que se trata A Vida é Bela?

A Vida é Bela: Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os…

Quem dirigiu A Vida é Bela?

A Vida é Bela foi dirigido por Roberto Benigni em 1997.

Quem está no elenco de A Vida é Bela?

No elenco de A Vida é Bela estão Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giorgio Cantarini, Giustino Durano e Sergio Bini Bustric.

Quanto tempo dura A Vida é Bela?

A Vida é Bela dura 116 minutos, ou 1h56.

Quanto A Vida é Bela custou e quanto arrecadou?

A Vida é Bela teve orçamento de US$ 20.000.000 e arrecadou US$ 230.098.753 nas bilheterias — 11,5 vezes o que custou.

Onde assistir A Vida é Bela no Brasil?

No Brasil, A Vida é Bela está disponível em Oldflix e Amazon Video. A oferta muda com frequência: a lista da página é a mais recente que recebemos.

Quais prêmios A Vida é Bela ganhou?

A Vida é Bela soma 8 prêmios registrados, entre eles Óscar de melhor ator, Óscar de melhor filme estrangeiro, Academy Award for Best Original Dramatic Score, Prémio do Cinema Europeu de melhor filme e Grand Prix.

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Ficha atualizada em 08/09/2026.

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