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Cena de Almas Perdidas
Cartaz de Almas Perdidas
Onde assistir:

Almas Perdidas (2016)

14 7 temporadas 73 episódios 42 min Reality e Sci-Fi & Fantasy

Sinopse

Os investigadores Amy Bruni e Adam Berry ajudam famílias atormentadas por alguma atividade paranormal em suas casas e buscam restaurar a paz.

Temporadas

Elenco

Onde assistir

Produção

Perguntas sobre a série Almas Perdidas

Do que se trata Almas Perdidas?

Almas Perdidas: Os investigadores Amy Bruni e Adam Berry ajudam famílias atormentadas por alguma atividade paranormal em suas casas e buscam restaurar a paz.

Quantas temporadas tem Almas Perdidas?

Almas Perdidas tem 7 temporadas, com 73 episódios no total.

Almas Perdidas ainda está no ar?

Almas Perdidas já terminou em 2023.

Quanto dura cada episódio de Almas Perdidas?

Cada episódio de Almas Perdidas dura cerca de 42 minutos.

Onde assistir Almas Perdidas no Brasil?

No Brasil, Almas Perdidas está disponível em HBO Max. A oferta muda com frequência.

Quem está no elenco de Almas Perdidas?

No elenco de Almas Perdidas estão Adam Berry, Amy Bruni, Chip Coffey e Heather Rease Mattison.

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Séries

Críticas do público

Críticas dos leitores

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Da imprensa e da TMDb

  • por Filipe Manuel Neto 5,0

    Uma boa série de ENTRETENIMENTO convincente pela forma respeitadora como se apresenta.

    A temática sobrenatural sempre foi fascinante para mim, mas infelizmente não é um tema bem tratado pela maioria do material televisivo, que insiste em criar séries imaginativas com “investigadores” que soam da mesma forma que o Indiana Jones quando nos diz que é arqueólogo: completos cowboys, farsantes que procuram emoções fortes e não nutrem qualquer respeito pela temática ou pelo que ela significa. A maioria deles não entende (ou não quer entender) que se existem fantasmas eles são, em primeiro lugar, pessoas, e todas as pessoas devem ser respeitadas. Esta série, pelo menos, dá-nos uma personalidade mais respeitadora para com os fenómenos que, alegadamente, apresenta.

    Claro, tudo isto não é mais do que teatro: a prova mais evidente disso é a clara convicção dos investigadores de que há um fantasma presente e que, quando nada acontece, é porque ele simplesmente se recusa a colaborar com eles! Isso é simplesmente risível, fantasmas birrentos! Que malvados que eles são! Eles nunca colocam a hipótese de, simplesmente, não haver assombração nenhuma, o que aconteceria em 95% dos casos numa investigação séria. De facto, já conheci numerosos investigadores de assombrações (todos amadores, porque isto não é profissão que traga pão para uma mesa) e nenhum deles admite ter tido provas convincentes de assombrações. Sensações, momentos bizarros, coincidências algo estranhas, todos admitem, mas nada mais. Se há fantasmas, eles não querem ser postos à prova, se calhar só querem ser deixados em paz.

    Outra coisa que salta aos olhos é o facto de, em todas aquelas gravações de EVP, apenas ouvirmos palavras soltas, de uma ou duas silabas, fáceis de sussurrar baixinho numa pré-produção habilidosa. Claro que ninguém espera por um fantasma que recite monólogos shakespearianos, mas mesmo assim tresanda a falso de tal maneira que não deixa dúvidas quanto ao que esta a ser feito aqui. E preciso de mencionar aquela máquina bizarra que cria homens-palito que acenam entusiasticamente quando lhes é pedido que o façam? Juro que quase vi uma daquelas coisas fazer números de sapateado… devia ser o fantasma do Fred Astaire, pena que ninguém lhe pediu um autógrafo!

    Amy Bruni e Adam Berry, que parecem ter dedicado a sua vida à “fantasmalogia”, têm sucesso pela sua abordagem, aparentemente mais séria e claramente mais respeitadora do fenómeno que procuram investigar. Isso agradou-me bastante. Sou uma pessoa que gosta de ser respeitada e de respeitar os outros, e acho muito bem que se respeitem os mortos e os fantasmas que possam, ou não, existir (um dos motivos pelos quais nunca comemoro o Halloween que, de resto, nem faz parte da cultura do meu país e é apenas uma mania que foi importada dos EUA via globalização pela estupidez típica dos portugueses, meus patrícios). Amy e Adam, além da abordagem cortês e respeitadora, permanecem sérios na forma como actuam e conferem alguma autenticidade adicional e ilusória a cada episódio. Muito menos eficazes são os convidados que eles chamam…

    Enfim… é uma série agradável, esquecível como todas as outras do seu género, mas feita com mais empenho, mais autenticidade e mais respeito, o que são pontos a seu favor. Não podemos é cair no erro de acreditar no que estamos a ver. A televisão é entretenimento e quer, acima de tudo, iludir-nos e manter-nos a ver o programa.

Curiosidades

Ficha atualizada em 15/09/2026.