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Cena de Attack on Titan
Cartaz de Attack on Titan
Onde assistir:

Attack on Titan (2013)

J-drama 16 4 temporadas 87 episódios Action & Adventure, Animação e Sci-Fi & Fantasy

Sinopse

Titãs estão quase exterminando a raça humana. Porém alguns estão dispostos a formar um exército de ataque aos seres assassinos. O jovem Eren, após ver sua mãe ser devorada por um titã, decide que não deixará nenhum deles vivo e buscará sua vingança completa.

Sobre a série

Shingeki no Kyojin (進撃の巨人; lit. "O Avanço dos Gigantes") também conhecido pelo título em inglês Attack on Titan, e em português Ataque dos Titãs, é uma série de anime que adapta o mangá de mesmo nome de Hajime Isayama, e que estreou em 7 de abril de 2013. Atualmente é transmitida na NHK General TV no Japão, Aniplus Asia em vários países da Ásia-Pacífico e a série começou a ser disponibilizada legendada em streaming e ser transmitida simultaneamente pela Crunchyroll no Brasil e em Portugal em 2017, posteriormente também ficou disponível em streaming pela Funimation e toda a série foi transmitida na TV Aberta pela Loading no Brasil (as duas ambas transmissões com dublagem em português brasileiro a partir de 2020). A história começa em um mundo onde a humanidade vive dentro de três cidades concêntricas, cada uma protegida por enormes paredes contra os ataques de Titãs, seres humanóides gigantescos que devoram humanos sem motivo aparente. Segue as aventuras de Eren Yeager e seus amigos Mikasa Ackerman e Armin Arlert, cujas vidas mudaram depois que um Titã Colossal rompe o muro de sua cidade natal. Jurando vingança e recuperar o mundo dos Titãs, Eren e seus amigos se juntam à Divisão de Reconhecimento, um grupo de elite de soldados do exército que lutam contra os Titãs.

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Shingeki no Kyojin (進撃の巨人; lit. "O Avanço dos Gigantes") também conhecido pelo título em inglês Attack on Titan, e em português Ataque dos Titãs, é uma série de anime que adapta o mangá de mesmo nome de Hajime Isayama, e que estreou em 7 de abril de 2013. Atualmente é transmitida na NHK General TV no Japão, Aniplus Asia em vários países da Ásia-Pacífico e a série começou a ser disponibilizada legendada em streaming e ser transmitida simultaneamente pela Crunchyroll no Brasil e em Portugal em 2017, posteriormente também ficou disponível em streaming pela Funimation e toda a série foi transmitida na TV Aberta pela Loading no Brasil (as duas ambas transmissões com dublagem em português brasileiro a partir de 2020). A história começa em um mundo onde a humanidade vive dentro de três cidades concêntricas, cada uma protegida por enormes paredes contra os ataques de Titãs, seres humanóides gigantescos que devoram humanos sem motivo aparente. Segue as aventuras de Eren Yeager e seus amigos Mikasa Ackerman e Armin Arlert, cujas vidas mudaram depois que um Titã Colossal rompe o muro de sua cidade natal. Jurando vingança e recuperar o mundo dos Titãs, Eren e seus amigos se juntam à Divisão de Reconhecimento, um grupo de elite de soldados do exército que lutam contra os Titãs.

Visão geral da série

Primeira temporada e filmes compilatórios (2013)

Produzido pelo Wit Studio e dirigido por Tetsurō Araki, Shingeki no Kyojin foi transmitido na MBS em 7 de abril de 2013 até 29 de setembro de 2013, e mais tarde foi ao ar na Tokyo MX, FBS, TOS, HTB, TV Aichi e BS11 no Japão. O anime teve problemas de produção e houve a necessidade de contratar mais animadores, de modo que o designer de personagens do Wit Studio, Kyoji Asano, precisou tuitar informando que estava procurando animadores disponíveis para trabalhar na série.

O episódio final também foi ao ar nos cinemas japoneses. O anime foi compilado em dois filmes de animação com nova dublagem do mesmo elenco. O primeiro filme Shingeki no Kyojin Zenpen ~Guren no Yumiya~ (「進撃の巨人」前編~紅蓮の弓矢~) cobre os primeiros 13 episódios e foi lançado em 22 de novembro de 2014, enquanto o segundo filme Shingeki no Kyojin Kōhen ~Jiyū no Tsubasa~ (「進撃の巨人」後編~自由の翼~) adapta os episódios restantes e adiciona novas sequências de abertura e finalização. Foi lançado em 27 de junho de 2015. Uma retransmissão da primeira temporada foi ao ar em 9 de janeiro de 2016 no canal BS Premium da NHK. Os filmes de compilação também foram exibidos em janeiro de 2017 na MBS.

Segunda temporada e filme compilatório (2017)

Uma segunda temporada da série de anime foi anunciada no dia de lançamento do primeiro filme, que foi originalmente programado para ser lançada em 2016. Porém na edição de janeiro de 2017 da revista Bessatsu Shōnen Magazine foi anunciado que a segunda temporada seria estreada em abril de 2017. Com Masashi Koizuka sendo o diretor da segunda temporada, e Araki atuando como diretor-geral. Foi exibido por 12 episódios de 1 de abril de 2017 á 17 de junho de 2017, na MBS e em outras redes de televisão no Japão. Um terceiro filme de compilação recapitulando os eventos da segunda temporada da série de anime intitulado Shingeki no Kyojin ~Kakusei no Hōkō~ (「進撃の巨人」 ~覚醒の咆哮~) foi lançado em 13 de janeiro de 2018.

Esta foi a primeira temporada a estar disponível e ser transmitida simultaneamente no Brasil e Portugal através da Crunchyroll.

Terceira temporada e filme compilatório (2018-2019)

Em 17 de junho de 2017, uma terceira temporada foi anunciada no final do episódio final da segunda temporada, com uma data de lançamento prevista para 23 de julho de 2018. A terceira temporada da série foi ao ar no Japão na NHK General TV em 23 de julho de 2018, com a primeira parte sendo finalizada em 15 de outubro de 2018. A parte 2 da terceira temporada da série foi ao ar de 29 de abril a 1º de julho de 2019. Hajime Isayama, autor e ilustrador do mangá original, trabalhou em colaboração com os animadores para garantir fidelidade à história e também deu sugestões. Em 2018, foi revelado que Isayama se arrependia de ter feito certa parte do mangá de uma certa forma, por isso solicitou pessoalmente ao estúdio de animação algumas alterações no anime. O estúdio honrou esse desejo, resultando na primeira parte da 3ª temporada sendo um pouco diferente dos capítulos do mangá. Um quarto filme de compilação, Shingeki no Kyojin ~Kuronikuru~ (「進撃の巨人」 〜クロニクル〜) que recapitula todas as três temporadas foi lançado em 17 de julho de 2020.

As duas partes da terceira temporada foi disponibilizada e transmitida simultaneamente legendada pela Crunchyroll no Brasil e em Portugal, e posteriormente também ficou disponível pela Funimation com dublagem em português brasileiro.

Temporada final (2020-2023)

Após a exibição do episódio final da terceira temporada em 1 de julho de 2019, foi anunciado que a quarta e última temporada da série de anime estava agendada para lançamento no outono de 2020 do Japão na NHK General. Em 29 de maio de 2020, foi confirmado que a temporada final teve mudança de estúdio e estava sendo produzido pelo estúdio MAPPA. Jun Shihsido e Yūichirō Hayashi substituiram Tetsurō Araki e Masashi Koizuka como diretores, o roteirista Hiroshi Seko assumiu roteiro da série que era de Yasuko Kobayashi, e Tomohiro Kishi substituiu Kyōji Asano como designer de personagem. Hiroyuki Sawano e Kohta Yamamoto compuseram a trilha sonora. Em 22 de setembro de 2020, a Crunchyroll e Funimation anunciaram que a temporada final seria transmitida "ainda este ano" em 2020. A Netflix da Tailândia e Filipinas anunciaram o início da transmissão regional em 10 e 11 de dezembro. Em 23 de setembro de 2020, a NHK confirmou que a temporada final em sua programação de transmissão será exibida em 7 de dezembro de 2020. Os primeiros 16 episódios foram ao ar até 29 de março de 2021 e sua segunda parte foi lançada em 10 de janeiro de 2022. Uma terceira parte está em desenvolvimento com lançamento previsto para 2023.

A primeira parte da temporada final foi transmitida simultaneamente legendada pela Crunchyroll no Brasil e em Portugal, e posteriormente foi disponibilizada com dublagem em português brasileiro na Funimation.

Trilha Sonora

Primeira temporada

Na primeira temporada, nos primeiros treze episódios, a música-tema de abertura é "Guren no Yumiya" (紅蓮の弓矢) de Linked Horizon, e a música-tema de encerramento é "Utsukushiki Zankoku na Sekai" (美しき残酷な世界) de Yōko Hikasa. Para os episódios 14–25, a música-tema de abertura é "Jiyū no Tsubasa" (自由の翼) de Linked Horizon, e a música-tema de encerramento é "great escape" do Cinema Staff. Ambas as músicas "Guren no Yumiya" e "Jiyū no Tsubasa" foram lançadas juntas como parte do single "Jiyū e no Shingeki" em 10 de julho de 2013, e vendeu mais de 100 mil cópias em sua primeira semana de vendas.

A trilha sonora da série foi composta por Hiroyuki Sawano, e o primeiro CD foi lançado em 28 de junho de 2013, pela Pony Canyon. O primeiro CD contém 16 faixas, com 6 faixas vocais apresentando performances de Mika Kobayashi, mpi, Cyua, Aimee Blackschleger e CASG. O segundo CD contendo a outra metade da trilha sonora foi lançado em 16 de outubro de 2013, como bônus oferecido com a quarta edição limitada em Blu-ray e DVD dos volumes do anime.

Lista de faixas

Segunda temporada

A música-tema de abertura é "Shinzou wo Sasageyo!" (心臓を捧げよ!) de Linked Horizon, e a música-tema de encerramento é "Yuugure no Tori" (夕暮れの鳥) de Shinsei Kamattechan.

Sawano voltou a compor a trilha sonora da segunda temporada, com a trilha sonora sendo lançada em 2 CDs em 7 de junho de 2017, pela Pony Canyon. Além da música composta para a segunda temporada, a trilha sonora também apresentava todas e quaisquer faixas compostas para outras mídias entre as temporadas um e dois, como filmes de compilação e OVAs.

Os vocais foram fornecidos por yosh, Gemie, mpi, Mica Caldito, Mika Kobayashi e Benjamin.

Lista de faixas

Terceira temporada

A música-tema de abertura é Red Swan de Yoshiki Hayashi e Hyde, enquanto que a música-tema de encerramento é "Akatsuki no Requiem" (暁の鎮魂歌, Akatsuki no Chinkonka) de Linked Horizon. A segunda música-tema de abertura é "Shoukei to Shikabane no Michi" (憧憬と屍の道) de Linked Horizon, e a segunda música-tema de encerramento é "Name of Love", de Cinema Staff.

Sawano mais uma vez voltou como compositor. A trilha sonora foi lançada em 26 de junho de 2019. Assim como a trilha sonora da segunda temporada, a música apresentada em filmes de compilação e OVAs lançados entre a segunda e a terceira temporada foi incluída na trilha sonora. Os vocais foram fornecidos por Laco, David Whitaker, Gemie, Eliana, mpi e yosh.

Lista de faixas

Quarta temporada

A trilha sonora é dirigida por Masafumi Mima e composta por Hiroyuki Sawano e Kohta Yamamoto.

A música-tema de abertura é "My War" (僕 の 戦 争, Boku no Sensō) interpretada por Shinsei Kamattechan, e a música-tema de encerramento é "Shock" (衝 撃, Shōgeki) interpretada por Yūko Andō.

Filmes de anime

Para o primeiro filme de compilação, Shingeki no Kyojin – Parte 1: Zenpen ~Guren no Yumiya~ , as músicas temas finais foram "YAMANAIAME" de Hiroyuki Sawano, Mika Kobayashi, Mica Caldito & mpi e "Guren no Zahyou" (紅蓮の座標) de Linked Horizon. Para o segundo filme de compilação, Shingeki no Kyojin – Parte 2: Kōhen ~Jiyū no Tsubasa~, a música-tema final foi "theDOGS" de Hiroyuki Sawano e mpi. A música-tema do filme era "Jiyuu no Daishou" (自由の代償) de Linked Horizon.

Recepção

Vendas e prêmios

A série de anime teve grande sucesso no Japão, com vendas médias de 52.067 unidades vendidas em 9 volumes do DVD Blu-ray, com um total de 468.603 cópidas vendidas até agosto de 2016. Foi o anime de TV mais vendido de 2013 no Japão e é atualmente o oitavo anime mais vendido da década de 2010.[carece de fontes]? A adaptação do anime ganhou vários prêmios durante o 3º Newtype Anime Awards, incluindo Melhor Diretor, Melhor Roteiro, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Tema, Melhor Personagem Feminina e Título do Ano. Também recebeu o prêmio de Melhor Animação de TV no Prêmio Kobe de Animação de 2013. Recebeu o prêmio de Animação do Ano no Tokyo Anime Award de 2014, junto com Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Música. Ele ganhou o Prêmio de Conteúdo Digital do Ano de 2013 no 19º Prêmio Anual da Associação de Mídia em Digital (AMD) do Japão.

Crítica

As quatro temporadas de Shingeki no Kyojin foram recebidas com ampla aclamação da crítica com elogios pelo enredo, animação, sequências de ação, trilha sonora, performances de dublagem e seu tom sombrio. Carl Kimlinger do Anime News Network criticou os dois primeiros episódios da adaptação do anime, dizendo que o diretor, Araki, "claramente tinha a intenção de fazer com que fosse impactante e perturbador, mas é apenas rude e desagradável." No entanto, outros críticos do Anime News Network elogiaram muito a série. Rebecca Silverman disse que "é lindo e assustador em seus visuais" e "uma excelente mistura do que a romancista gótica do século XVIII Ann Radcliffe definiu como terror versus terror: um é físico, fazendo você querer desviar o olhar, e o outro é intelectual, fazendo você querer saber o que vai acontecer a seguir." Carlo Santos observou que "poucos [programas de ação apocalíptica] chegam tão perto da perfeição quanto Shingeki no Kyojin". Santos o descreveu como "uma obra-prima de morte e destruição" depois de assistir apenas o primeiro episódio. Theron Martin, do Anime News Network, elogiou a trilha sonora e o primeiro episódio o descrevendo como "intenso e impactante", apesar de sentir que tem uma "animação limitada". Martin também comparou a vibe e estética visual de Shingeki no Kyojin com Claymore.

John Sinnott do DVD Talk chamou a série de uma das melhores que ele já assistiu e uma "que os fãs de anime não devem perder". Maya Phillips da revista New York and Vulture elogiou a singularidade da série, afirmando: "Em nossa era atual de realidades distópicas aterrorizantes, é difícil encontrar um programa distópico com algo novo para entregar - e ainda assim aqui está." Phelim O'Neill do The Guardian, elogiou a animação da série como "fascinante ... É tudo maravilhosamente acrobático e intenso". Com relação aos episódios culminantes da segunda metade da terceira temporada, a análise do site Manga.Tokyo chamou Isayama de um "gênio" por usar as revelações sobre o passado de Grisha para ligar suavemente os eventos presentes ao início da história.

Crunchyroll listou Shingeki no Kyojin em seu "Top 25 de melhores animes dos anos 2010". IGN e Polygon também listaram Shingeki no Kyojin entre as melhores séries de anime dos anos 2010.

Proibição na China

Em 2015, o Ministério da Cultura chinês proibiu a transmissão e distribuição de Shingeki no Kyojin, junto com 38 outros títulos de anime e mangá, que foram considerados impróprios por apresentar cenas de violência, pornografia, terrorismo e crimes contra a moralidade pública, em um esforço para "proteger o desenvolvimento saudável da juventude ".

Audiência

Em 2021, durante a primeira parte da temporada final da adaptação do anime, Shingeki no Kyojin foi o programa de televisão mais visto nos Estados Unidos, antes de ser ultrapassado por The Falcon and the Winter Soldier pouco antes do final do meio da temporada.

Ver também

Lista de capítulos de Shingeki no Kyojin

Lista de light novels de Shingeki no Kyojin

Notas

Referências

Ligações externas

«Website oficial do anime» (em japonês)

«Shingeki no Kyojin na Crunchyroll»

«Shingeki no Kyojin na Funimation»

Shingeki no Kyojin no IMDb

Shingeki no Kyojin (anime) na enciclopédia do Anime News Network (em inglês)

Texto de Shingeki no Kyojin (série de televisão) na Wikipédia, sob licença CC BY-SA 4.0. https://pt.wikipedia.org/wiki/Shingeki_no_Kyojin_(série_de_televisão)

Temporadas

Elenco

Onde assistir

Produção

Ficha técnica

Tags

Perguntas sobre a série Attack on Titan

Do que se trata Attack on Titan?

Attack on Titan: Titãs estão quase exterminando a raça humana. Porém alguns estão dispostos a formar um exército de ataque aos seres assassinos. O jovem Eren, após ver sua mãe ser devorada por um titã, decide que não deixará nenhum deles vivo e buscará sua vingança completa.

Quantas temporadas tem Attack on Titan?

Attack on Titan tem 4 temporadas, com 87 episódios no total.

Attack on Titan ainda está no ar?

Attack on Titan já terminou em 2022.

Onde assistir Attack on Titan no Brasil?

No Brasil, Attack on Titan está disponível em Crunchyroll. A oferta muda com frequência.

Quem está no elenco de Attack on Titan?

No elenco de Attack on Titan estão Marina Inoue, Hiro Shimono, Tomohisa Hashizume, Yuki Kaji e Natsuki Hanae.

Attack on Titan é de que país?

Attack on Titan é um J-drama, produzido em Japão.

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Séries

Críticas do público

Críticas dos leitores

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Da imprensa e da TMDb

  • por victor damião 9,0

    A primeira temporada de "Attack on Titan" é uma obra impactante porque transforma uma premissa aparentemente simples, a humanidade cercada por muralhas e ameaçada por titãs devoradores de pessoas, em uma reflexão intensa sobre liberdade, medo, trauma e sobrevivência. A série não se limita ao espetáculo da violência ou ao choque das mortes brutais; ela usa o horror para questionar o preço de viver protegido, mas aprisionado, e mostra que a segurança das muralhas também funciona como uma forma de conformismo. Eren representa o desejo furioso de romper essa prisão, Mikasa encarna o apego afetivo de quem já perdeu quase tudo, e Armin simboliza a esperança intelectual e imaginativa de que ainda existe um mundo a ser descoberto. O grande mérito da temporada está em mostrar que os titãs não são apenas monstros externos, mas também símbolos do medo que governa a sociedade, enquanto as instituições humanas revelam egoísmo, desigualdade e desumanização diante da crise. Assim, a temporada constrói uma narrativa cruel, tensa e moralmente ambígua, na qual coragem não significa ausência de medo, mas a recusa em aceitar uma vida reduzida à sobrevivência. Seu final, longe de oferecer uma vitória plena, amplia o mistério e reforça a ideia de que buscar a liberdade exige enfrentar não apenas inimigos monstruosos, mas também verdades perturbadoras sobre o próprio mundo e sobre a humanidade.

    Dou uma nota 8/10.

    Disponível na Crunchyroll e no canal da Prime Video da Crunchyroll.

    A segunda temporada de "Attack on Titan (Ataque dos Titãs)" aprofunda a obra de forma brilhante ao transformar uma narrativa aparentemente simples de sobrevivência contra monstros em uma tragédia moral sobre identidade, culpa, mentira e liberdade. A revelação de Reiner e Bertholdt como inimigos infiltrados desmonta a segurança emocional construída na primeira temporada e mostra que o verdadeiro horror da série não está apenas nos Titãs, mas na humanidade por trás deles: pessoas capazes de amar, sofrer e, ainda assim, cometer atrocidades. Ao mesmo tempo, personagens como Historia e Ymir ampliam o tema da liberdade para além das muralhas, mostrando que também existem prisões internas, feitas de nomes falsos, papéis sociais e desejo de aceitação. A temporada é curta, mas intensa, e usa cada revelação para questionar verdades absolutas, separar aparência de essência e mostrar como sistemas de medo transformam vítimas em armas. Seu maior mérito está em abandonar respostas fáceis: Reiner e Bertholdt são culpados, mas não são monstros vazios; Eren é vítima, mas sua raiva já aponta para perigos futuros; Ymir é egoísta e generosa ao mesmo tempo; e as muralhas, antes símbolos de proteção, tornam-se símbolos de uma mentira maior. Assim, a segunda temporada se destaca como uma virada decisiva na série, não apenas por expandir o mistério do mundo, mas por tornar seu conflito mais humano, doloroso e moralmente ambíguo.

    Dou uma nota 8/10.

    Disponível na Crunchyroll.

    A terceira temporada de "Attack on Titan" (Ataque dos Titãs) é uma das fases mais decisivas e brilhantes da obra porque rompe definitivamente com a ideia inicial de uma simples luta entre humanos e monstros, revelando uma narrativa muito mais política, trágica e filosófica sobre verdade, memória e liberdade. Ao expor as mentiras sustentadas pelo governo das muralhas, a manipulação da história, a falsa segurança oferecida ao povo e o peso das heranças familiares e coletivas, a temporada transforma o terror físico dos Titãs em um horror ainda mais profundo: o da humanidade aprisionada por sistemas de poder, culpa e ignorância. Personagens como Historia, Erwin, Levi, Armin e Eren ganham camadas morais intensas, pois suas escolhas deixam de ser apenas atos de sobrevivência e passam a representar conflitos entre dever, identidade, sonho, sacrifício e responsabilidade histórica. O grande mérito da temporada está em mostrar que a busca pela liberdade não termina quando se derrubam muralhas ou se alcança o mar; pelo contrário, a verdade amplia o mundo e revela prisões ainda maiores. Assim, a terceira temporada se destaca por amadurecer a série, substituindo respostas simples por dilemas dolorosos e mostrando que os verdadeiros monstros não são apenas criaturas gigantescas, mas também governos corruptos, memórias apagadas, fanatismos herdados e ilusões confortáveis que impedem as pessoas de enxergar a realidade.

    Dou uma nota 8/10.

    Disponível na Crunchyroll.

    A quarta e última temporada de Attack on Titan (Ataque dos Titãs) encerra a série como uma tragédia política, moral e existencial sobre o ciclo do ódio, a manipulação da história e os perigos de transformar a liberdade em um valor absoluto. Ao abandonar a divisão simples entre humanos e monstros, a narrativa revela que os verdadeiros inimigos são produzidos pela guerra, pela propaganda, pelo medo e pela desumanização, colocando Marley, Paradis e seus personagens dentro de um mesmo sistema de violência herdada. Eren representa o ponto máximo dessa contradição: vítima de um mundo cruel, herói para seu povo e, ao mesmo tempo, responsável por um genocídio, ele demonstra como o sofrimento pode explicar uma atrocidade sem jamais justificá-la, e como a busca por segurança e liberdade totais pode degenerar em tirania. Em contraste, personagens como Armin, Mikasa, Gabi, Falco, Reiner e o pai de Sasha oferecem respostas diferentes ao trauma, mostrando que compreender o inimigo, recusar a vingança e impor limites até mesmo a quem se ama são formas difíceis, mas necessárias, de romper a violência. O plano de Zeke, o Estrondo, o apego de Ymir ao rei Fritz e a decisão final de Mikasa reforçam que poder não significa liberdade e que as correntes mais profundas podem ser psicológicas, afetivas e históricas. Embora o desaparecimento dos Titãs encerre uma maldição de dois mil anos, o futuro de Paradis prova que a guerra não nasce de poderes sobrenaturais, mas da própria incapacidade humana de conviver com a diferença, aceitar a incerteza e abandonar a culpa coletiva. Por isso, o final é amargo, mas não completamente niilista: ele reconhece que nenhuma vitória garante paz eterna, porém sustenta que pequenas escolhas ainda importam, que a vida encontra sentido nos momentos simples e que cada geração possui a responsabilidade de não transformar sua dor em herança. Assim, a última temporada conclui que a humanidade talvez nunca elimine definitivamente seus conflitos, mas ainda pode escolher, repetidas vezes, não colocar suas "crianças de volta na floresta".

    Dou um nota 9/10, sendo ela a melhor temporada para mim.

    Disponível na Crunchyroll.

Curiosidades

Ficha atualizada em 13/09/2026.