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Scene from Os Maias
Os Maias poster
Where to watch:

Os Maias (2001)

16 1 season 42 episodes Drama and Soap

Synopsis

Pedro da Maia, meets a beautiful woman called Maria Monforte with whom he gets married despite his father's objection. The marriage produces a son, Carlos Eduardo, and a daughter. Some time later, Maria Monforte falls in love with Tancredo and runs away to Italy with him, taking her daughter along. When Pedro finds out, he goes with his son to his father's house where he commits suicide. Carlos stays at his grandfather's house and is educated by him. Carlos, becomes a doctor and opens his own office. Later he meets a gorgeous woman, Maria Eduarda. The two fall in love and have dozens of nights together. Eventually Carlos finds out later that Maria lied to him about her past and he starts fearing the worst. In the end, Carlos finds out that Maria is his sister. He informs her that they are siblings and that they cannot live like this anymore. Carlos, to forget his tragedies, goes for a trip around the world.

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Questions about the series Os Maias

What is Os Maias about?

Os Maias: Pedro da Maia, meets a beautiful woman called Maria Monforte with whom he gets married despite his father's objection. The marriage produces a son, Carlos Eduardo, and a daughter. Some time later, Maria Monforte falls in love with Tancredo and runs away to Italy with him, taking her daughter along. When Pedro finds ou…

How many seasons does Os Maias have?

Os Maias has 1 season, with 42 episodes in total.

Is Os Maias still running?

Os Maias has ended in 2001.

Where can I watch Os Maias?

Os Maias is available on Globoplay. Availability changes often.

Who stars in Os Maias?

The cast of Os Maias includes Fábio Assunção, Ana Paula Arósio, Walmor Chagas, Leonardo Vieira and Simone Spoladore.

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Audience reviews

Reader reviews

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From the press and TMDb

  • by Filipe Manuel Neto 8.0

    Uma minissérie competente e bem feita que, todavia, tem algumas falhas menores a considerar.

    Creio que não estou a dizer nada novo se afirmar que a dramaturgia brasileira é das melhores e mais interessantes do universo sul-americano, e a mais bem difundida internacionalmente em língua portuguesa. Isso não denota qualquer demérito das produções televisivas portuguesas ou até angolanas…, mas mostra a força do mercado de TV brasileiro e a capacidade brasileira para exportar e vender o que é feito pelas suas emissoras de televisão. Coisas que a produção dramática portuguesa teima em não aprender, apesar dos excelentes actores e pessoal técnico.

    Esta minissérie, em cerca de cinquenta episódios, tem já uns largos anos, mas foi uma das que me marcou pelos contínuos acenos a Portugal, apesar de ter sido um grande fracasso no seu país de origem. Pessoalmente, não me surpreende: baseada em obras literárias do notabilíssimo escritor português Eça de Queirós (“Os Maias”, a obra-prima do autor, e ainda “A Capital” e “A Relíquia”), a série traz um conteúdo que os portugueses conhecem muito bem porque o escritor é português e os livros dele são matéria obrigatória de estudo na escola portuguesa! Eu não sei se Eça de Queirós tem o mesmo peso e importância nos manuais escolares brasileiros, mas sei que os brasileiros não são particularmente fãs da leitura de um bom livro, principalmente se tal livro é tão longo, tão maçudo e tão intrincado quanto “Os Maias”. Portanto, só por aqui, a série estava fadada a não ser um grande sucesso no seu país de origem.

    A série é bastante boa e vale a pena perder uma hora por dia para a ver por inteiro. Apesar de abordar temas bastante intensos, como o adultério e o incesto, não vi cenas particularmente inadequadas (talvez por a televisão portuguesa fazer cortes severos às cenas mais picantes que o material brasileiro traz?) e fiquei bastante agradado com a qualidade geral. A única coisa que realmente me decepciona é incluir enredo e personagens de outros livros, ao invés de dedicar toda a atenção a “Os Maias”. Acho que teria sido um esforço mais bem recompensado, e que faria mais justiça à obra literária genial de Eça de Queirós que, neste livro, não só conta um bom romance como faz críticas ao pensamento, costumes e modo de vida, indolente e decadente, da alta sociedade lisboeta, que ele, como nobre e diplomata, tão bem conheceu.

    Os actores são bons, sendo que as melhores interpretações são dadas por Ana Paula Arósio, Fábio Assunção, Walmor Chagas, Selton Melo, Simone Spoladore e Osmar Prado. Pessoalmente, não gostei de Otávio Muller, penso que tornou a personagem dele excessivamente caricatural e forçada. Creio que a série teria ganhado em qualidade se alguns dos actores (os mais relevantes) fossem portugueses e falassem sem sotaque, mas consigo entender os motivos para isso não se ter realizado: os brasileiros, em geral, têm uma enorme dificuldade em entender os Portugueses quando eles falam naturalmente. Simplesmente não estão habituados a ouvir-nos!

    Apesar de a maioria da série ter sido filmada em estúdio, conta com várias cenas ambientadas em locais de filmagem perto do Rio e de Minas Gerais, assim como em Portugal. Os detalhes de cariz temporal foram meticulosamente pensados, e a recriação dos ambientes e época está bem feita, principalmente se considerarmos que é material para a TV. Por fim, e antes de terminar, uma palavra para a banda sonora, da responsabilidade de John Neschling: se a música incidental é excessivamente dramática e isso pode ser kitsch, as boas canções e melodias do desaparecido grupo musical português Madredeus compensam-nos largamente, e acabam por se impor, em canções como “O Pastor”, “Ilhas dos Açores” ou “Haja o que Houver”. Eu só senti falta de uma coisa: mais melodias de época, que nos inserissem mais no ambiente oitocentista.

Trivia

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